Campina Grande aprova lei que propõe leitura da Bíblia em escolas

Campina Grande aprova lei que propõe leitura da Bíblia em escolas

Na última segunda-feira (2), foi aprovada pela Câmara de Vereadores de Campina Grande e sancionada pelo prefeito Romero Rodrigues, uma lei que propõe a leitura da Bíblia em escolas públicas e particulares da cidade.
A notícia foi divulgada no próprio Semanário Oficial do município e estabelece que a medida seja regulamentada pelo Poder Executivo nas unidades de ensino da cidade dentro de 60 dias a partir de sua publicação.
A lei foi proposta pelo vereador Saulo Noronha, que destacou que “a Bíblia é um livro que possui ensinamentos universais, geográficos e culturais que devem ser repassados aos estudantes”.
O parlamentar também defendeu que a medida não se contrapõe ao Estado laico.
O representante do Sindicato das Escolas Particulares de Campina Grande, professor Antônio Andrade, afirmou que o conteúdo da lei ainda será por ele analisado para que haja um debate sobre o assunto com os demais membros.
20.000 pessoas marcham em silêncio contra lei do aborto na Irlanda do Norte
Milhares de irlandeses protestaram na sexta-feira (06) contra uma mudança de lei proposta pelo Parlamento para a legalização do aborto até 28 semanas na Irlanda do Norte. Atualmente, o aborto é permitido apenas em circunstâncias limitadas.
O NI Voiceless, grupo que organizou a reunião, disse que muitos cidadãos da Irlanda do Norte ficaram frustrados porque “não foram questionados sobre essa mudança antidemocrática, que não reflete a opinião pública ou política aqui”.
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Os manifestantes caminharam em silêncio e pararam em frente ao Parlamento da Irlanda do Norte, o Stormont. Lá, eles acenderam as luzes por seis minutos, representando os seis condados do país.
Evangélicos se juntam ao protesto
Peter Lynas, diretor da Aliança Evangélica da Irlanda do Norte, disse que a reunião foi aberta a todos, pois milhares queriam protestar porque “não fomos consultados” como se as pessoas não tivessem voz.
Ele pediu aos políticos que “voltem para lá [Parlamento] e façam os negócios necessários para impedir que a lei do aborto seja aprovada, porque não é isso que o povo da Irlanda do Norte deseja”.
Lynas disse que é uma “farsa absoluta” impor a lei ao povo “sem regulamentação adequada”.
“Estávamos 20.000 ou mais pessoas reunidas neste local dizendo ‘não’, não podemos fazer muito mais do que isso, [mas] esse é o nosso papel, para protestar. Entregamos isso a políticos e confiamos em Deus neste momento. Agora, 100.000 pessoas estão vivas na Irlanda do Sul porque não temos essa lei. Não queremos que isso mude”, acrescentou Lynas. “Queremos ser um farol de esperança e um farol de luz”.
“Ambas as vidas importam”
O grupo de defesa cristã CARE também se juntou ao protesto.
“Há uma verdadeira raiva e inquietação aqui sobre como Westminster impôs mudanças sociais tão profundas na Irlanda do Norte sem nenhuma consulta”, disse o grupo.
“Nossa lei atual sobre o aborto é afirmativa e acreditamos que ela envia uma mensagem positiva de que tanto a vida de mães quanto de bebês é importante”, explicaram.
Outras organizações e igrejas cristãs também se juntaram ao protesto.

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